| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Procellariiformes |
| Família: | Procellariidae |
| Leach, 1820 | |
| Espécie: | P. belcheri |
Ave da família Procellariidae.
Também chamado de faigão, pardela e prião-de-bico-fino.
Seu nome científico significa: do (grego) pakhus = denso, espesso; e ptilon = plumagem; e de belcheri = homenagem ao explorador naval britânico na costa do Pacífico na América no período de (1825-1828), Sir Edward Belcher-(1799-1877). ⇒ (Ave) com plumagem espessa de Belcher.
Mede 25 – 26 cm, com envergadura de 56 cm e peso de 150 g. Partes superiores cinza-azuladas. Faixa ocular escura, larga faixa supraocular branca, face branca. Apresenta sobre as asas uma faixa negra que liga as escapulares com o encontro e este às primárias, de modo que durante o voo aparece como um “M” marcante. Partes inferiores brancas; ponta da cauda preta. Bico fino, de cor cinza-azulado sem lamelas filtradoras nas maxilas, pés de um azul pálido.
Alimenta-se principalmente de plâncton, mas consome também anfípodes (Themisto gaudichaudii), lulas, crustáceos e pequenos peixes. Às vezes pesca em plena noite sobre as ondas.
Nidifica em ilhas subantárticas, como a Ilha Noir (Chile), Ilhas Malvinas, Ilhas Crozet e Kerguelem. Uma ave põe apenas um ovo.
É uma ave pelágica, costuma voar rápido rente à superfície, em geral com grupos.
Encontrado nas águas dos oceanos meridionais. É a espécie de faigão mais frequente em águas territoriais brasileiras durante os meses de inverno, desde o Rio Grande do Sul até o Rio de Janeiro. Eventualmente aparecem mortos às centenas nas praias, carregados por correntes oceânicas e tempestades.
Status de conservação: LC ( IUCN ).